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	<title>Comercial Record TV  &#187; ABA</title>
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		<title>SANDRA MARTINELLI: MOVIMENTOS DA ABA PARA AJUDAR A POTENCIALIZAR A ATUAÇÃO DA INDÚSTRIA ANUNCIANTE</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 17:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fhesilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[anúncios]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista com o mercado publicitário]]></category>
		<category><![CDATA[Etarismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Sandra Martinelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva ao COMERCIAL do GRUPO RECORD, a presidente executiva da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – falou sobre mudanças na entidade, movimentos na sociedade que o mercado de comunicação e marketing devem estar atentos e, ainda, conselhos para manter a perenidade dos negócios através das estratégias de marketing. Martinelli afirma “É fundamental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em entrevista exclusiva ao COMERCIAL do GRUPO RECORD, a presidente executiva da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – falou sobre mudanças na entidade, movimentos na sociedade que o mercado de comunicação e marketing devem estar atentos e, ainda, conselhos para manter a perenidade dos negócios através das estratégias de marketing. Martinelli afirma “É fundamental termos olhos atentos ao amplo leque de oportunidades que temos hoje para sabermos aproveitá-las”.</em></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="font-size: 20px;"><strong>1. Em uma entrevista recente, você destacou que a ABA viveu nestes últimos anos, um período de reconstrução. Como foi este processo? O que a entidade identificou de mudanças a serem implantadas e como isso impactará o mercado e os associados?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quando João Campos, presidente da ABA na época, hoje Presidente do Conselho Superior da Associação, me convidou para ser gestora da Entidade, indicada por Marco Simões, VP da Coca-Cola à época, não pensei que pudesse aceitar, muito menos que fosse me apaixonar por este universo de entidade associativa após 30 anos trabalhando em bancos e agências. Ganhei um presente. Em meus sete anos na ABA, seguimos firmes em nossa vocação para o protagonismo colaborativo, e entendemos nossa responsabilidade de divulgar e estimular iniciativas inspiradoras para apoiar as lideranças do mercado de marketing para que estejam em constante evolução e atuantes em prol de uma sociedade mais consciente e responsável, assim como entendemos também a nossa necessidade de evolução como Entidade.</p>
<p>Em janeiro de 2021, optamos por nosso desligamento do CENP - Conselho Executivo de Normas-Padrão -, decisão tomada por unanimidade da diretoria nacional e que estava alinhada à evolução da entidade conforme as mudanças das últimas décadas e as novas tendências de comunicação e mídia.</p>
<p>Em março de 2021, a ABA lançou um convite a toda a indústria para uma reflexão sobre como contribuir para tornar o mercado publicitário cada vez mais livre, pujante e dinâmico. Para isso, propomos uma nova autorregulação, no qual foi-se construindo o Movimento pelas Boas Práticas do Mercado Publicitário Brasileiro, a partir de centenas de mãos voluntárias, conclamando os players do mercado ao <strong>aprofundamento das discussões sobre a desafiadora empreitada de mudança e evolução setorial</strong>, pautada no diálogo sobre formas de relacionamento mais transparentes, livres e sustentáveis ao setor.</p>
<p>Destaco ainda como um grande marco dessa reconstrução da ABA, a aquisição da sede própria, após 62 anos pagando aluguel. Nosso novo endereço foi inaugurado no final de 2021, em <a href="http://comercial.recordtv.com.br/relacionamento-com-o-mercado-publicitario/grupo-record-marca-presenca-na-inauguracao-da-nova-sede-da-aba/">evento patrocinado pelo Grupo Record</a>, e será um espaço para estimular a troca entre nossos associados e colaboradores, a produtividade e a inovação.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="font-size: 20px;"><strong>2. Em 2021, você representou a ABA e o Brasil no Executive Committe da WFA. O que podemos esperar desta parceria?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Nossa atuação na WFA é de aprendizado e de embaixadores dos anunciantes brasileiros, servindo como ponte para que o mundo conheça, valorize e reconheça o trabalho inovador do mercado brasileiro.</p>
<p>Como filiada da WFA, a ABA vem trabalhando em uma parceria que já realizou a tradução de diversos guias ao longo dos anos, que foram publicados no mercado brasileiro ao mesmo tempo em que, alguns também foram traduzidos e espalhados pelo mundo, servindo de apoio para a disseminação das boas práticas para todo ecossistema e <strong>contribuindo para a evolução da publicidade</strong>, apoiada no que a ABA defende, sendo ética, responsável e representativa.</p>
<p>A Entidade participou ativamente das iniciativas promovidas pela WFA e construiu, ao lado de sua “nave mãe”, o primeiro Censo Global de Diversidade e Inclusão no Marketing, divulgado no final de 2021, tema este que não pode mais ser dissociado das estratégias de marcas e que faz parte da Agenda ABA 2025, sendo trabalhado em diversas frentes. Os dados do Censo ajudarão a embasar um plano de ação para a mudança que nosso mercado carece e a pesquisa será atualizada dentro de 18 meses para medir o progresso.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="font-size: 20px;"><strong>3. A ABA reconhece que o seu novo Guia de Boas Práticas, aborda orientações e não regras e que o projeto está em constante “<em>Working in progress</em>”. Fale um pouco mais.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Estamos vivendo uma era de transformação que nos mostrou, mais do que nunca, que tudo muda o tempo todo. Nada está escrito em pedra. Por isso, manter o diálogo aberto e continuar evoluindo é nosso papel como Entidade que representa os anunciantes, bem como das marcas para com seus consumidores.</p>
<p>Assim, a ABA mobilizou mais de 80 lideranças do mercado para construírem juntos um movimento que vai ao encontro do <strong>propósito de mobilizar o marketing para transformar os negócios e a sociedade</strong>.</p>
<p>O Movimento de Boas Práticas do Mercado Publicitário Brasileiro apresentou contribuições relevantes e de impacto, propondo possibilidades de soluções para as atuais dores do mercado e que resultou no Guia de Melhores Práticas.</p>
<p>Este Guia não pretende personificar qualquer código autorregulamentar ou proposta de novas Normas-Padrão, mas sim, abordar boas práticas voluntárias que devem ser conhecidas por todos e constantemente revisitadas, ajustadas e incrementadas, haja vista a quase diária evolução e grande dinamismo do setor.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="font-size: 20px;"><strong>4. Sobre o livro “Reflexões – Diversidade &amp; Inclusão”, que objetiva ajudar o mercado sobre a questão da inclusão e diversidade: o que a entidade acredita que seja um desafio para que a área da publicidade não seja tão representativa?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Por definição, a diversidade é ampla, engloba muitos aspectos, não tem apenas uma resposta, indo muito além das discussões de gênero, condição socioeconômica ou etnia. O livro traz dados sobre o panorama nacional e as <strong>mudanças que o mercado carece para aplicar essa pauta na prática</strong>, além do primeiro Censo Global de Diversidade e Inclusão no Marketing, realizado pela WFA com apoio da ABA.</p>
<p>O marketing precisa ser fundado em uma base sólida de valores, em propósitos genuínos e pautado nos conceitos de ESG, principalmente no que diz respeito a diversidade e inclusão, ao combate as causas ambientais, em melhorar a vida das pessoas agora e para as gerações futuras.</p>
<p><strong>Quando o simples propósito deixa de ser uma vantagem competitiva para as marcas</strong>, e passa a ser um direcionador importante de posicionamento, a abordagem sobre diversidade e inclusão torna-se componente de peso na estratégia, bem como na jornada do consumidor, e isso fortalece as conexões.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<span style="font-weight: bold; font-size: 20px;">5. Na última edição do "Prêmio Marcas &amp; Consumidores Profissionais de Marketing”, você destacou uma frase importante “Nem toda inovação é disruptiva, mas toda disrupção é inovadora”. Como você analisa a melhor forma de questionar e inovar e a sua importância no mercado?</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Esse pensamento está ligado ao sucesso em questionar e modificar modelos preestabelecidos. Nem toda inovação é disruptiva, ela pode ser um sucesso na aplicação de tecnologias modernas, mas, simplesmente ter seguido o modelo preestabelecido já praticado há anos. Quando eu digo isso, parto do princípio de que uma <strong>pessoa inovadora quebrou barreiras, preconceitos, questionou os modelos existentes, para trazer soluções e olhares inovadores</strong>.</p>
<p>Esse <em>mindset</em> inovador facilita a vida do cliente usando a tecnologia como aliada e, a partir do momento que se tem um novo olhar para realizar ações concretas, um olhar criativo, disruptivo, ele também se torna inclusivo. A tecnologia nos dá ferramentas que facilitam cada vez mais o nosso dia a dia e elas precisam ser usadas de maneira disruptiva para tornar os produtos e serviços mais acessíveis a uma população muito maior.</p>
<p>As empresas inovadoras precisam ser mais do que companhias, precisam ser modelos de negócios disruptivos. E para o marketing ser representativo, essa diversidade precisa estar presente em todas as áreas da companhia. Com um ecossistema diverso e inclusivo, o marketing é mais criativo e inovador para transformar os negócios e a sociedade. Ser inovador e disruptivo é, com certeza, o caminho para as mudanças que queremos para tornar o mundo mais justo.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<span style="font-size: 20px; font-weight: bold;">6. Desde a última década, o ESG vem ganhando relevância no mundo dos negócios, indo além das relações entre companhia e investidores. Como suas práticas podem fazer parte das estratégias de marketing na geração de valor para as marcas?</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O mundo está mais consciente e os consumidores mais exigentes. Diversas pesquisas mostram que o consumidor espera que as marcas sejam mais atuantes em prol de uma sociedade mais justa. Nesse atual cenário, a decisão de compra não é pautada somente na escolha do produto, mas no valor percebido por ele e no posicionamento da marca.</p>
<p>Mais do que nunca, as organizações precisam se mostrar ativas no combate às desigualdades, racismo, discriminações à comunidade LGBTQIA+, mudanças climáticas, além de mostrar como cuidam do meio ambiente e como estão agindo para melhorar a qualidade de vida da sociedade. Não basta mais ter preço e qualidade, são os valores das or­ganizações, o que elas aprovam ou desaprovam, e suas ações, que influenciam na decisão de compra e constroem uma reputação positiva.</p>
<p>Ser sustentável e inclusivo hoje impacta no resultado financeiro. Atualmente, <strong>são os indivíduos que, indubitavelmente, determinam a cota­ção de uma marca</strong>. E isso fez com que as empresas passassem a se preocupar mais com suas reputações.</p>
<p>Portanto, o marketing não pode mais ser artificial e descolado da realidade. Se os consumidores compram reputação e não produtos, é preciso construir uma reputação sólida diante de um público heterogêneo, eclético e diversificado.</p>
<p>A ABA conta com o Comitê de Comunicação &amp; ESG, presidido por Fabíola Duarte, Head of Communication da L’Oréal, e que tem como objetivo inspirar, esclarecer, promover e comunicar conteúdos para que o conhecimento e as iniciativas em sustentabilidade sejam ferramentas para as empresas trabalharem com marketing para transformar. Desenvolver projetos e debater questões que possam melhorar a eficácia das ferramentas de Comunicação Corporativa para a sustentabilidade.</p>
<p>A premissa básica de orientação das iniciativas é o entendimento de que a área de comunicação corporativa é estratégica, de forma que as empresas possam implantar a transformação através da transversalidade do tema, fazendo com que sustentabilidade seja mais do que apenas uma tarefa, mas sim uma maneira de promover resultados.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="font-size: 20px;"><strong>7. Sabemos que tudo está em constante transformação, dificultando o planejamento de estratégias e ações ao longo prazo. A pandemia de COVID- 19 é um exemplo disso. Portanto, como a entidade enxerga o melhor meio para que as empresas possam planejar suas ações e se preparar para esses dias tão incertos? E como a associação enfrentou este período desafiador?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O novo alerta de pandemia afetou novamente o cenário e as estratégias e ações das marcas ao longo prazo. Essa pandemia nos mostrou que tudo pode mudar a todo momento, e que <strong>devemos estar preparados para nos reinventar quando preciso</strong>.</p>
<p>O fato é que o planejamento das marcas, mesmo que a curto prazo, precisa ser pautado na digitalização. Esse não é mais um tema do futuro. Além disso, as estratégias do marketing precisam ser baseadas nos conceitos de ESG e na política digital.</p>
<p>Os últimos dois anos foram muito desafiadores para todo o mercado. No entanto, implementamos rapidamente o trabalho remoto para a equipe executiva e aceleramos o Projeto ABA Digital, levando todas as entregas da Entidade para o universo virtual e possibilitando que a Associação seguisse relevante, ao mesmo tempo em que respeitamos o distanciamento social necessário.</p>
<p>Assim, no biênio de 2020 e 2021, todos os grandes eventos, reuniões e lançamentos de livros e guias da ABA, foram realizados virtualmente, amplificando ainda mais a agenda da ABA para cumprir seu propósito de “mobilizar o marketing para transformar os negócios e a sociedade”, e apoiar o mercado e seus associados, em um momento de tantas transformações que toda sociedade passou e ainda passa.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="font-size: 20px;"><strong>8. O mercado tem muita concorrência, e no âmbito profissional, também podemos ver competições acirradas. Em sua opinião, qual seria o maior desafio para o profissional moderno de marketing se adaptar às exigências do atual mercado?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Estamos vivendo uma grande quebra de barreira entre o real e o virtual, impulsionada pela pandemia e, com isso, surgiram novos desafios. Em um passado não muito remoto, a relação cliente e empresa era restrita, os canais eram poucos. Hoje, temos diversas interfaces capazes de canalizar a relação entre os consumidores e as companhias. É inegável que a pandemia acelerou, e muito, a digitalização desses processos.</p>
<p>Acredito que <strong>aliar a criatividade com um olhar inovador e disruptivo para o futuro é o caminho para se destacar</strong>. Porém, destaco como o maior desafio para as marcas, gerenciar a reputação, uma vez que hoje isso é uma tarefa her­cúlea considerando a era de transparência radical e o escrutínio em tempo real a que estamos submetidos, com o consumidor em­poderado, vigilante e com mais espaço para ser ouvido.</p>
<p>Na era digital, o conteúdo gerado pelo consumidor é compartilhado milhões de vezes por segundo, e o estrago de reputação de uma marca é exponencialmente maior. Assim, construir marca e gerenciar reputação deve ser atribuição de toda empresa para garantir coerência entre a prática e o discurso. E diante disso, vale ressaltar a imensa responsabilidade do marketing no comunicar consistente, transparente, ético e autêntico, principalmente com relação a desinformação que esbarra na confiança das marcas e instituições.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<span style="font-weight: bold; font-size: 20px;">9. Em sua opinião, qual é o segredo para continuar relevante em uma indústria que cria, recria, significa e ressignifica tanto o tempo todo?</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O marketing já se diferenciou por produto, por relacionamento, agora tem que se diferenciar por relevância. Para construir relevância <strong>é preciso ter um propósito autêntico, genuíno e praticá-lo</strong>. É preciso viver intensamente esse propósito de melhorar a vida das pessoas, usando-as como agentes de transformação da sociedade, além de buscar parceiros para multiplicar essa força. Precisamos de uma mudança real na forma de encarar a humanidade.</p>
<p>Uma marca relevante é aquela que é considerada significante, diferenciada, e isso é resultado de um balanço da experiência com o produto, o serviço, da parte racional com a construção do emocional. É importante aqui alinhar o discurso, os valores e a prática para que as marcas não levantem bandeiras se não tiver consistência, ou pode soar oportunismo.</p>
<p>É impossível estar absolutamente blindado, mas podemos ter os controles e intenções corretas para que falhas graves não aconteçam. E se acontecerem, é preciso ter uma relação muito transparente com os consumidores. Eles entendem que as empresas têm uma jornada e que ainda têm questões para resolver desde que suas metas e objetivos sejam claros e o diálogo consistente e sincero.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<span style="font-weight: bold; font-size: 20px;">10. E quais os planos da ABA para 2022?</span></p>
<p>O atual cenário pede que 2022 seja o ano do híbrido, em que virtual e presencial pautarão as relações de trabalho, eventos e lazer das pessoas. Portanto, a ABA continuará com sua agenda de eventos, ora em formato virtual, ora híbridos, trazendo as principais tendências globais e insights importantes de temas a serem refletidos e trabalhados pelos anunciantes.</p>
<p><strong>Nos mantemos alinhados às pautas da WFA</strong>, continuando com nossas entregas de guias e livros de apoio ao mercado. Será também o ano da <strong>implementação do Guia “Boas Práticas do Mercado Publicitário Brasileiro</strong>”, com os Grupos de Trabalho continuando a atuação em suas frentes de trabalho.</p>
<p>Sobre os temas que pautarão as iniciativas deste ano, destaco, crescimento do ambiente digital, as novas tecnologias que serão impulsionadas com a chegada do 5G e, claro, o metaverso - um tema que ainda precisa ser muito esmiuçado pelo mercado a fim de capacitar os anunciantes para atuarem dentro dessa perspectiva.</p>
<p>Outras frentes a serem trabalhadas são LGPD, o foco nos propósitos de marcas e ESG, principalmente, a agenda de sustentabilidade, diversidade e inclusão.</p>
<p>Por fim, as marcas precisarão não somente se humanizar para se conectar com seu público, mas também para cuidar de seu quadro de funcionários, visto que a pandemia de Covid-19 trouxe diversos problemas que têm impactado na saúde mental e física dos colaboradores. Por essa razão, as lideranças precisam estar preparadas e capacitadas para entender que conversas significativas e individuais precisam fazer parte do controle do bem-estar dos funcionários, garantindo a qualidade de vida deles para que estes possam cuidar também de seus clientes.</p>
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		<title>Grupo RECORD é o novo parceiro estratégico da ABA</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 21:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Record]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Publicitário]]></category>
		<category><![CDATA[Multiplataforma]]></category>
		<category><![CDATA[parceria comercial]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamento com o Mercado Publicitário]]></category>

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		<description><![CDATA[Parceria é fundamental para uma participação, cada vez mais ativa, nos temas relevantes que movem a publicidade. O Grupo RECORD exalta a importância da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes no propósito de mobilizar o setor de marketing para transformar os negócios e a sociedade. E a parceria estratégia é mais uma forma de apoiar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Parceria é fundamental para uma participação, cada vez mais ativa, nos temas relevantes que movem a publicidade.</em></p>
<p>O <strong>Grupo RECORD</strong> exalta a importância da <strong>ABA – Associação Brasileira de Anunciantes</strong> no propósito de mobilizar o setor de marketing para transformar os negócios e a sociedade.</p>
<p>E a parceria estratégia é mais uma forma de apoiar a atuação da Associação dentro desse ecossistema que reúne marcas, agências e outras entidades.</p>
<p>Assim, o <strong>Grupo RECORD</strong> estará junto à <strong>ABA</strong> em diversas manifestações que disseminam tendências e boas práticas de marketing e comunicação.</p>
<p>"A <strong>ABA</strong> é um parceiro essencial que nos permite participar genuinamente de temas relevantes sobre o ecossistema da publicidade, sempre alinhados com o posicionamento das marcas e seus negócios. Esta é mais uma maneira de legitimar o nosso propósito de ajudar marcas a conversarem com 200 milhões de pessoas através das telas da RECORD”. – Walter Zagari, Vice-presidente Comercial, Marketing e Multiplataforma.</p>
<p>Uma importante etapa desta parceria é a participação no<strong> ENA, Encontro Nacional de Anunciantes</strong> que tem como tema neste ano <em>“O desafio de ser útil e entreter”</em>. O evento acontece no próximo dia <strong>22 de setembro às 9hs</strong>.</p>
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